Oito em cada dez empresas B2B consultadas pela Ploomes disseram operar sem indicadores capazes de prever vendas e receitas, segundo diagnóstico que reuniu respostas autodeclaradas de 852 organizações brasileiras de diferentes portes e setores. A pontuação média de maturidade comercial foi de 37,1 em uma escala de 80: 52,2% dos participantes ainda elaboram propostas manualmente, 48,6% aprovam descontos por canais informais como o WhatsApp, e a média cai para 32,2 pontos entre empresas com até 20 funcionários.
O estudo também encontrou diferença expressiva entre setores: varejistas marcaram 29,3 pontos, ante 42,2 nas companhias de software e tecnologia. Para Matheus Pagani, presidente da Ploomes, “uma organização que não consegue prever o que vai acontecer nas próximas semanas ou meses não tem visão para corrigir falhas que podem comprometer seu faturamento” — e padronizar propostas, etapas do funil e regras de desconto tende a reduzir decisões reativas. A pesquisa retrata os respondentes, não todo o mercado B2B, e o release não informa período de coleta, critérios de seleção ou margem de erro; a Ploomes vende sistemas de CRM e é parte interessada na digitalização comercial que o próprio estudo recomenda.
