Quando a literatura organizou o sertão no imaginário musical

Capa da primeira edição de Vidas Secas, de Graciliano Ramos, publicada em 1938 pela editora José Olympio

Há livros que não fazem barulho. Vidas Secas é um deles. O romance de Graciliano Ramos fala baixo, economiza palavras e evita qualquer gesto grandioso. Ainda assim, poucos livros organizaram de forma tão duradoura uma imagem do Brasil — não o Brasil das capitais ou dos discursos, mas o da escassez, da repetição e do […]

Para Ler Ouvindo

Para ler Ouvindo é uma coluna dedicada à literatura e a música